Arte no Algarve… Art in the Algarve

ART IN THE ALGARVE … in Olhão

   is a family run art school in the Eastern Algarve. We run courses throughout the year which specialise in watercolour, oil, still life, acrylic and Plein Air.  All abilities welcome Art in the Algarve…

Art In The Algarve specialise in art holidays that provide a unique surrounding for artists of every background to learn or develop new or existing skills. If you love art and are looking to combine your passion with an art and a painting holiday in the sun, then Art In The Algarve is a perfect choice.

Painel em novo Museu

Novo museu em Faro dedicado à imprensa

   A “Exposição para a Difusão do Conhecimento – Núcleo Histórico da Imprensa de Gutenberg e do Pentateuco de Faro” vai ter lugar na Capela do Paço Episcopal, que passará assim a funcionar como um novo espaço museológico na capital algarvia.

   A mostra é organizada pela Diocese do Algarve, em conjunto com a Fundação Portuguesa das Comunicações, Círculo Teixeira Gomes – Associação pelo Algarve, DFK & Associados SROC, Sul Sol e Sal – editores, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve. O painel de azulejos foi concretizada pela oficina 4Elementos Cerâmica & Azulejo.      Além da recuperação e reabertura da capela, que foi ocupada em 1913 com um ginásio militar, aquando da implantação da República, destaque para a musealização do primeiro livro imprenso em Portugal (1487), “Pentateuco”, e do prelo de Gutenberg que o reproduziu. O novo espaço incluirá ainda uma breve história da escrita, desde a pedra cuniforme, o Scriptorium Medieval de um monge copista, até à actualidade.

 

Bioco

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Escultura em Grês negro pela Oficina 4Elementos

 

 *O BIOCO era uma peça de vestuário feminino, tendo entrado em uso em 1649, no reinado de D. João IV, segundo alguns autores. Como data oficial da sua extinção, sabe-se que em 1892 e por ordem do então Governador Civil do Algarve, foi proibido nas ruas e templos, embora continuasse a ser usado em Olhão até ao início do séc. XX. Hoje, apenas alguns ranchos folclóricos do concelho, como o Rancho Etnográfico de Quelfes, exibem o BIOCO em festas e romarias.*

in Olhão Cubista

painel Algarve e… Schweppes

 

painel reproduzido pela Oficina 4elements

1956 chegou a marca Scheppes a Portugal… criada em 1783 na Suiça.

Johann Jacob Schweppe cientista amador desenvolveu um método para produzir água carbonada em escala comercial, e fundou uma empresa em Genebra. Ele mudou-se para o  Reino Unido e a primeira fábrica da então formada empresa “J. Schweppe & Co” inaugurou no ano de 1792, em Londres, produzindo assim, em larga escala, o refrigerante Schweppes Soda.

 

Na Edição de Janeiro 2017 da revista mensal *Entdecken Sie Algarve*… entrevistada é Célia Mendes mentora do projecto 4elementos cerâmica & azulejo com loja/oficina na Cidade da Restauração de Olhão… além de fazer a sua cerâmica apoia artistas/artesãos locais na divulgação e comercialização dos seus produtos… uma mais valia para a cidade. Produto genuíno e local.

*Canelas*

Painel em relevo que vai até Paris… pastelaria lusa em terras francesas

*Paraíso*

Painel de azulejo em AzulCobalto… para uma Casa na Ilha da Armona (olhão)

*Bioco*

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USOS E COSTUMES… O BIOCO    era uma peça de vestuário feminino, tendo entrado em uso em 1649, no reinado de D. João IV, segundo alguns autores. Como data oficial da sua extinção, sabe-se que em 1892 e por ordem do então Governador Civil do Algarve, foi proibido nas ruas e templos, embora continuasse a ser usado em Olhão até ao início do séc. XX. Hoje, apenas alguns ranchos folclóricos do concelho, como o Rancho Etnográfico de Quelfes, exibem o BIOCO em festas e romarias.

Raul Brandão escreve a propósito do bioco no seu livro “Os Pescadores”, em 1922:

” Ainda há pouco tempo todas (as mulheres de Olhão) usavam cloques e bioco. O capote, muito amplo e atirado com elegância sobre a cabeça, tornava-as impenetráveis.

É um trajo misterioso e atraente . Quando saem, de negro envoltas nos biocos, parecem fantasmas. Passam, olham-nos e não as vemos. Mas o lume do olhar, mais vivo no rebuço, tem outro realce… Desaparecem e deixam-nos cismáticos. Ao longe, no lajedo da rua ouve-se ainda o cloque-cloque do calçado – e já o fantasma se esvaiu, deixando-nos uma impressão de mistério e sonho. é uma mulher esplêndida que vai para uma aventura de amor? De quem são aqueles olhos que ferem lume?… Fitou-nos, sumiu-se, e ainda – perdida para sempre a figura -, ainda o som chama por nós baixinho, muito ao longe-cloque…”

informação retirada da página da APÓS

Mercados e empresas de Olhão divulgados em publicação da ACRAL

transferir   Os Mercados de Olhão surgem em destaque num guia que a Associação do Comércio e Serviços da Região do Algarve (ACRAL) agora publicou. O roteiro bilingue, em português e inglês, intitulado “Lojas Tradição”, leva os leitores através do que de melhor o Algarve tem para oferecer, em termos de mercados, lojas e produtos tradicionais.

   Azeitona, alfarroba, amêndoa, cesto de empreita, medronho, figo, batata-doce, citrinos, mel, enchidos, vinhos, bivalves, azeite, cortiça, flor de sal, conservas ou olaria são alguns dos produtos abordados neste guia.

   Sobre os mercados olhanenses, lê-se: “Encostado à Ria Formosa, em terra de pescarias, a traça do Mercado Municipal de Olhão marca de forma indelével a arquitetura da cidade cubista. (…) Não há peixe como o de Olhão (…) e nas toldas olhanenses a prova disso mesmo é visível nos tons de prata e azul brilhante dos frutos do mar a estalar de frescura. Mas esta é também terra de produtos do campo, com as mais frescas verduras e frutas a descerem à cidade, vindas do mundo rural olhanense. (…) Ponto de cruzamento das genuínas gentes olhanenses e de turistas, este verdadeiro espaço de vivências e de compras é um exemplo de um mercado carregado de alma, um cruzamento dos aromas da terra com a brisa da maresia, num quadro em que se sente na pele o pulsar de um povo”.

   No “Lojas Tradição” surgem ainda em destaque algumas empresas e espaços de comércio tradicional que se dedicam à produção e comércio de produtos tradicionais algarvios.

   Este roteiro de 101 páginas da responsabilidade da ACRAL, elaborado com o apoio de fundos comunitários, surge no âmbito do projeto “Algarve Positivo”, que pretende lançar a marca “Produto Algarve”, e é constituído também pelas publicações “Polvo Tradicional – Sabor a Portugal” e “Algarve Exportador – Empresas Exportadoras”.

 

ACRAL … Algarve Positivo

Algarve Positivo

     O projeto ALGARVE POSITIVO propõe uma resposta prática e operacional ao desafio que é colocado à região no âmbito da estratégia comunitária para o Crescimento Inteligente. A iniciativa conjunta da ACRAL, em co-promoção com a FILM COMMISSION, pretende fomentar a Valorização dos Recursos Endógenos, incentivando a criação de Redes de Cooperação e a Internacionalização de empresas dos sectores da Produção Agroalimentar, Comércio, Distribuição, Restauração, Alojamento Turístico, TIC e Indústrias Criativas, Indústria e Energia.  Utilizando um conjunto alargado e diversificado de atividades, de promoção e dinamização empresarial, propomo-nos alavancar o conhecimento mútuo por forma a potenciar a criação de sinergias entre todas as empresas e setores envolventes. O projeto permitirá igualmente assegurar a preparação de iniciativas a implementar até 2020 nos domínios da CERTIFICAÇÃO, INOVAÇÃO, INVESTIGAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO de produtos e serviços de empresas regionais.

ATIVIDADE 1 – VALORIZAÇÃO DOS PRODUTOS TRADICIONAIS

Ação 1 – Estudo do modelo de Certificação

Ação 2 – Visitas de Estudo / BENCHMARKING Internacional

Ação 3 – Criação de uma Plataforma de Promoção dos Produtos Tradicionais

Ação 4 – Registo e promoção audiovisual (promotor Associação ALGARVE FILM COMMISSION)

Ação 5 – Ações de sensibilização dos AGENTES ECONÓMICOS

ATIVIDADE 2 – VALORIZAÇÃO DAS LOJAS DE TRADIÇÃO

Ação 6 – Registo das LOJAS DE TRADIÇÃO na Plataforma de Promoção

                Descrição: Também neste particular verificamos que existe uma falha de mercado, uma vez                       que atualmente não existem dados disponíveis sobre a oferta existente, no comércio tradicional                 regional.  Com esta ação pretende-se completar a plataforma de promoção com a informação                     relativa às LOJAS DE TRADIÇÃO, incluindo nomeadamente imagens, historial, localização,                       produtos vendidos e outras informações pertinentes. Resultados da ação: o resultado desta                         ação será uma plataforma (portal) acessível online de forma gratuita, onde estarão também                       registadas as informações das LOJAS DE TRADIÇÃO, permitido alargar o efeito de promoção                   e difusão da informação.  Ao ficar disponível e acessível online num sítio público, esta                                 plataforma estará a contribuir para a difusão da oferta a nível internacional.

   Ação 7 – Registo e promoção audiovisual

Ação 8 – Edição do GUIA DAS LOJAS DE TRADIÇÃO

Descrição: Para reforçar a notoriedade e visibilidade destes espaços cheios de história e                               património, será produzido um GUIA DE LOJAS DE TRADIÇÃO. Este tipo de publicação será                   difundido em Livrarias, Postos de Turismo, nos próprios estabelecimentos registados,                                 funcionando como um guia que irá conduzir o seu leitor pelos locais identificados. Resultados                   da ação: no final da ação será editado um GUIA bilingue, com promoção das lojas de tradição a                 nível regional, sendo distribuído nos Postos de Turismo, Municípios, nas próprias lojas e em                     outros locais visitados por turistas e consumidores residentes.

Ação 9 – Ações de sensibilização dos CONSUMIDORES

ATIVIDADE 3 – VALORIZAÇÃO DAS EMPRESAS INOVADORAS E EXPORTADORAS

Ação 10 – Portal ALGARVE EXPORTADOR

Ação 11 – Edição de Catálogo ALGARVE EXPORTADOR

ATIVIDADE 4 – GESTÃO DO PROJETO

Ação 12 – Gestão do projeto

 

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  12654320_1105541289467451_2098814946217384989_n “Foi com grande entusiasmo que aceitámos o convite da artista Célia Mendonça Mendes para participar na inauguração da sua exposição de cerâmica, em Aljezur.  Para além da exposição desta, desde sempre, amiga do projecto esfinge, está também patente no Espaço+ a exposição “Artistas Unidos Contra a Fome”. Estamos gratos pelo convite e pela forma calorosa como todos nos receberam.”  #esfingemusic #art #livemusic#greekmythology #aljezur #algarve — com Rui Afonso, Ana Santos, Luis Caracinha e Maria João Jones

 

Olhão – 4 Elementos a galeria que mostra as artes do Algarve

Célia Mendes é ceramista há mais de dez anos. Percorreu feiras de artesanato com a sua arte «que foge ao tradicional». Em Maio de 2014 abriu, em Olhão, a «4 Elements cerâmica e azulejo – oficina e galeria». Um espaço onde Célia expõe o seu trabalho a par de outros artistas algarvios. Na oficina recebe quem quiser vê-la a trabalhar porque as visitas «são um incentivo».

Sara Pelicano | quarta-feira, 19 de Novembro de 2014
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Na Alemanha, onde viveu parte da juventude, Célia  Mendes aprendeu a pintar em vidro e cerâmica.  Começou assim um caminho ligado às artes que nunca  mais deixou. Regressou a Portugal, a Faro, e, num  momento em que estava sem trabalho e inscrita no  centro de emprego, este desafiou-a a fazer um curso  de cerâmica. «Acabei por fazer dois», recorda Célia.
Assim começou novamente «a meter a mão na massa», aquilo de que mais gosta, confessa a artista. Paralelamente, Célia lançou-se na venda das suas peças em feiras de artesanato. «Comecei por ver o que estava a ser feito e fiquei contente por perceber que as minhas peças eram diferentes», diz-nos a ceramista enquanto trabalha uma pasta argilosa num tom cinzento claro.O espaço que a artista ocupava com a sua oficina em Faro teve de ser abandonado. Célia afastou-se do barro alguns anos. «Tive um café com arte, um espaço hoteleiro onde havia sempre uma exposição», partilha a criadora.
O projecto de hotelaria e arte encerrou portas em 2013 e rapidamente Célia retomou a cerâmica. Mudou-se para Olhão e abriu a «4 Elementos cerâmica e azulejo – oficina e galeria», na Rua Capitão João Carlos Mendonça, número 27.

A porta desta casa no centro da localidade algarvia dá acesso a um mundo de artistas locais que utilizam diferentes materiais para transmitir o que lhes vai na alma. Há trabalhos feitos em feltro, cortiça, barro. Outra pequena porta, ao fundo da galeria, dá acesso à oficina de Célia.É aqui que a encontramos de lenço na cabeça para afastar qualquer cabelo do rosto que possa incomodar o processo criativo. De mãos sujas com o barro, como gosta, cumprimenta com um sorriso rasgado. «Isto que estou a fazer é uma experiência. Pediram-me um peixe e não quero fazer um peixe comum. Vamos ver o que sai», explica a artista.

Os visitantes da 4 Elementos podem entrar na oficina e são bem-vindos porque até são um «incentivo» para Célia que tenta «fugir do tradicional e criar peças novas».

As suas peças ficam quase sempre com as tonalidades das várias pastas de argila que utiliza para fazer os seus azulejos com desenhos em relevo. Alguns azulejos funcionam em conjunto, peça por peça, como se fosse um enorme puzzle.  Nascem, desta forma, os painéis.

A galeria e oficina foram inauguradas em Maio de 2014 e o balanço «é muito positivo». Os visitantes são portugueses e turistas estrangeiros, mas os compradores são sobretudo estes últimos. «O português entra mais por curiosidade. O estrangeiro percebe a alma de arte da galeria e compreendem melhor o preço da arte», conta Célia que trabalha todos os dias entre ás 9h00 e ás 19h00.  4elementos004

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